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Conquista: OAB participa de ato em apoio à Mãe Rosa

No último domingo (07), representantes da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Subseção Vitória da Conquista participaram de ato público em apoio à Yalorixá Rosilene Santana. Mãe Rosa, como é conhecida, foi vítima de intolerância religiosa, racismo e LGBTQfobia de um pastor e uma fiel de sua igreja.

A OAB Conquista esteve representada por Alexandre Garcia, presidente da Comissão de Direitos Humanos e por Vamberg Barros, integrante da Comissão de Igualdade Racial. A ação ocorreu no bairro Vila América, em frente ao terreiro da Mãe de santo e contou com a participação de representantes políticos, sociais e religiosos.

O presidente da Comissão Combate a Intolerância Religiosa, Fábio Matias, diz que a liberdade religiosa é um direito fundamental e envolve a liberdade de culto, liberdade de pensamento, consciência e crença. “Buscamos conscientizar a população para evitar episódios de intolerância que são materializados, de forma mais recorrente, através de violência física, psicológica, simbólica, patrimonial e moral. Estamos acompanhando todo o procedimento, dando apoio à vítima e exigindo a apuração dos fatos com a consequente punição dos culpados.”

Para Bárbara Tigre, Presidente da Comissão de Igualdade Racial, o respeito à diversidade de toda forma, inclusive a religiosa, é essencial para a construção de uma sociedade justa e democrática. “Devemos estar atentos e combater toda e qualquer forma de intolerância religiosa e racismo religioso. Digo, racismo religioso porque, em se tratando das religiões de matrizes africanas, a intolerância é baseada nos mesmos fatores históricos e estruturais que fazem existir e persistir o próprio racismo” afirmou.

O caso foi registrado na 1º Delegacia de Vitória da Conquista e, além da OAB Conquista, também está sendo acompanhado pela Coordenação Municipal de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de Vitória da Conquista, pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), além da Defensoria Pública da Bahia, assim como o Sepromi (Secretaria de Promoção da Igualdade).

Fonte: Ascom

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