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Interesse Público

Piripá: Prefeitura emite nota de esclarecimento sobre denúncia feita na terça-feira nas redes sociais

A Secretaria de Saúde de Piripá publicou na noite da última quarta-feira, 17, uma nota de esclarecimento sobre uma denúncia que foi vinculada em rede social no dia 16 de julho pela senhora Géssica Jesus Silva, onde a mesma acusa a médica plantonista de negligência quanto ao atendimento do seu filho menor. Segundo a nota, “o mesmo já havia sido acolhido e realizado a classificação de risco conforme protocolo, a prescrição em arquivo indicou resfriamento a ser conduzido e acompanhado pela equipe de enfermagem (procedimento realizado) de acordo orientação médica prescrita. A genitora deveria aguardar o período específico para verificação da temperatura corporal, para devido seguimento de conduta médica. A genitora não aceitou as devidas orientações, deduziu que a gravidade do seu filho superava a dos demais pacientes que estavam em atendimento no local, abandonando a unidade, desistindo assim do atendimento que estava em andamento. Faz necessário detalhar que em paralelo a ocorrência e atendimento do menor supracitado, a unidade fazia atendimento em pique de geriatria com quadro de pneumonia, DPOC, atendimentos diversos no setor pediátrico, atendimento de paciente em surto psicótico e paciente com suspeita de infarto agudo do miocárdio”.

A Secretaria reforçou que o Hospital Municipal de Piripá é uma Unidade de Pequeno Porte com capacidade normal ou de operação de 17 leitos, focalizando o serviço de urgência médica, “sendo considerada uma emergência condições que impliquem sofrimento intenso ou risco iminente de morte exigindo, portanto, tratamento médico imediato. Já a urgência, é uma ocorrência imprevista com ou sem risco potencial à vida, onde o indivíduo necessita de assistência médica imediata. a emergência exige um tratamento direto por conta do risco iminente de morte ou lesão permanente, como fraturas expostas, paradas cardiorrespiratórias e hemorragias graves. Já a urgência, apesar de demandar uma pronta avaliação médica por seu risco potencial, não necessariamente precisa de uma intervenção instantânea. Como é o caso de fraturas não expostas, cólicas renais, aumento de pressão arterial, entre outras.”.

A nota informou ainda que em decorrência dos fatos acima citados, a profissional médica citada e acusada por negligência, após plantão, irá registrar Boletim de Ocorrência – BO para apuração das acusações. “Quanto a ofensiva vinculada pela genitora desprovida de conhecimento de conduta médica, cabe respeito quanto a profissional apontada e demais componentes da equipe plantonista, tomada de medidas de reparação, de desvinculação do texto difamatório e calunioso para provimento de respeito as profissionais e a unidade citada, uma vez que a instituição, pauta o acolhimento, organização, cuidado e zelo pelos direitos dos seus usuários”, concluiu a nota.

 

 

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