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Conquista: 4ª Marcha das Mulheres cobra garantia de direitos

Por Lílian Symaia/ Fotos: Divulgação – A última segunda-feira (09) foi de luta em prol dos direitos das mulheres em Vitória da Conquista. A quarta Marcha das Mulheres, que foi organizada pelo Fórum de Mulheres, organismo que reúne cerca de 50 entidades, entre coletivos, sindicatos e ONGs, com atuação no campo e na cidade, percorreu as principais ruas da cidade. Entre as reivindicações estão  implementaçäo de uma política municipal de combate à violência doméstica e familiar; funcionamento 24 horas da Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) e qualificação/ampliação do quadro de profissionais da Delegacia para o acolhimento e acompanhamento das vítimas; atendimento especializado para crianças e adolescentes; efetiva implementação da Casa Abrigo, que seja flutuante e ofereça creche e escola para as crianças que acompanham as mães em situação de violência; efetiva implantação da “Parada Segura”, garantia do sistema de Integração do transporte público e campanha contra a importunação sexual nesses espaços; implementação e financiamento do Programa Municipal Integral de Saúde da Mulher e do Programa Municipal Integral de Saúde da Mulher Negra; formação das/os servidoras/es da área da saúde para melhoria do atendimento às mulheres, superação da violência obstétrica e atenção especializada para Iésbicas e transexuais e implantação de um Sistema equitativo de distribuição de água na zona rural, com abastecimento de água potável em todas as residências.

Um das participantes do movimento, Luciana Oliveira, que faz parte da Instituto de Desenvolvimento Humano e de Cidadania, instituição que compõe o Fórum de Mulheres, explicou ao site Expressão Bahia que a ideia também era entregar um manifesto, contendo a pauta do movimento, à Prefeitura, à Câmara de Vereadores, ao Núcleo Territorial de Educação e ao Banco do Nordeste, mas até o momento só conseguiram entregar à Câmara e ao banco. “Infelizmente, o Gabinete, na Prefeitura, estava fechado e nenhum representante nos recebeu para entregarmos o documento que traz nossas demandas e várias delas dependem de ações do Executivo. No NTE também não fomos recebidos pelo representante do Governo do Estado”. Luciana reforçou ainda que as demandas são praticamente as mesmas de outros movimentos anteriores. “Infelizmente não tivemos avanço nessas pautas e a gente espera que a próxima gestão assuma a responsabilidade e executar essas demandas que são importantes para a melhoria de vida da população feminina”.

 

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