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Interesse Público

Punição ao Ministro da Educação Abraham Weintraub

Signatário da representação feita à Procuradoria-Geral da República (PGR), o deputado Waldenor Pereira (PT-BA) defende que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, seja enquadrado por crime de responsabilidade. Ele teria cometido o crime durante reunião ministerial do dia 22 de abril, amplamente exibida em vídeo, quando chegou a defender a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Weintraub e os demais participantes mantiveram postura incompatível com os respectivos cargos públicos que ocupam. Mas o ministro da Educação teve uma atitude criminosa que exige uma resposta da justiça”, acusa Waldenor Pereira, que é coordenador-geral do Núcleo de Educação do PT no Congresso Nacional, que agrega deputados e senadores. Ele  assina – junto com parlamentares do Cidadania, PCdoB, PT, PSOL, Rede, PDT, PSB, além dos líderes da Minoria e da Oposição na Câmara dos Deputados – o pedido  protocolado no dia  26 de maio passado, na PGR.
De acordo com vídeo exibido em rede nacional de notícias e apontado na procuração como peça-chave do “crime” de Weintraub, no encontro do Palácio do Planalto o ministro defendeu a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O vídeo da reunião é parte do inquérito que apura se houve interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal.
“Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF”, afirmou Weintraub na reunião de 22 de abril registrada no vídeo exibido. O ministro chegou a comparar Brasília a um “cancro de corrupção, de privilégio”, reclamou de só levar “bordoada” e, ainda por cima, ser alvo de processo na Comissão de Ética da Presidência.
Para o deputado Waldenor, o vídeo todo “é um escárnio de um mau gosto e baixaria, condizente com este desgoverno que não respeita as instituições democráticas. E as afirmações do Abraham Weintraub são gravíssimas”. Por isso, ele mantém a expectativa de providências cabíveis dos procuradores da PGR, assim como os demais assinantes da representação.
Fonte: Ascom
Texto: Joana D’arck 
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