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Expressão BahiaGeral

Barra do Choça: Conselho Municipal de Assistência Social aprova contas de 2021 e projeta ações para 2022

A primeira reunião do Conselho Municipal de Assistência Social de 2022 foi para prestar contas das receitas e despesas do ano de 2021 e projetar as ações para 2022. O encontro foi na manhã desta segunda-feira (17/01) no auditório da Secretaria Municipal de Agricultura.

O Conselho é formado por representantes titulares e suplentes de entidades civil e governamental. O grupo discutiu as ações realizadas pela Assistência Social em 2021, e intervenções emergenciais que ampararam as famílias impactadas pelas fortes chuvas de dezembro do ano passado.

Os números foram apresentados em forma de blocos para facilitar o entendimento dos conselheiros. Os gastos e despesas com a Proteção Social Básica (CRAS), Social Especial (CREAS) e com os benefícios eventuais foram analisados e aprovados por unanimidade. Os valores repassados pelos governos estadual e municipal não são suficientes para custear as despesas do município. De acordo com a coordenação técnica da Secretaria de Assistência Social, a contrapartida da prefeitura fica na ordem dos 70%.

“São nestes momentos que se nota a importância do apoio de um gestor municipal como o que temos. Os recursos vindos das esferas estadual e federal estão aquém da nossa realidade. Mas temos um prefeito comprometido com o bem estar das pessoas e não mede esforço para complementar os recursos”, disse a servidora pública e administradora Cássia Sobrinho.

Os conselheiros ainda elegeram um novo vice-presidente porque a conselheira Rhaika Leite pediu afastamento do cargo. Jorge Nóbrega, representante da União Municipal dos Bispos Evangélicos (UMEBAC) foi eleito e assumirá a vice-presidência da entidade.

Ainda que sejam irrisórios para os gastos da gestão com as famílias em vulnerabilidade social, os recursos públicos só são liberados mediante pareceres assinados pelos conselheiros. Por isso que a coordenadora de projetos da Secretaria de Assistência Social, Ana Cláudia, afirmou que “o Conselho tem mais força que um órgão público”.

Por Ascom/PMBC

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