Expressão BahiaGeral
Finalistas do “Lápis na Mão” fizeram teste final na sede da Rota Transportes, em Itabuna
Os estudantes finalistas do concurso de redação Lápis na Mão 2024 realizaram o teste final da competição no Centro de Treinamento da Rota Transportes, em Itabuna, dia 13, onde estiveram acompanhados por pais e professores. O certame, promovido pela TV Santa Cruz, incentiva a leitura e a escrita entre alunos dos ensinos Fundamental e Médio das redes pública e privada, nos municípios da região sul e extremo sul da Bahia.

A premiação do concurso ocorrerá no próximo dia 26 de novembro, no auditório do Centro de Cultura Governador Paulo Souto da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), instituição que apoia o evento desde o seu início, através do Proler e da Editus. A Rota também apoia e patrocina o concurso desde o seu lançamento.
A diretora de Desenvolvimento do Grupo Brasileiro, Elaine Carletto, recebeu os participantes em café da manhã, no Salão Gourmet da empresa, e destacou o compromisso social do grupo em incentivar ações culturais para a juventude, por entender que a Educação é a base de sustentação da sociedade.
O tema da redação aplicada na fase final foi “A importância do acesso à leitura para a construção de cidades conscientes”. As categorias de participação do Projeto Lápis na Mão são: Desenho (infantil e fundamental I); Redação (fundamental II, ensino médio e EJA), Contadores de história (pessoas acima de 60 anos) e Escola Cidadã (instituições de ensino). Na fase classificatória, o tema do projeto este ano foi “Por uma cidade Iluminada, livros são luzes.”

A empresária Elaine Carletto salientou que “são muitos anos de parceria com a TV Santa Cruz, e o que a gente vê é a importância da leitura para o desenvolvimento das crianças, e isso faz com que a consciência da nossa população mude através da educação. Então, é por isso que nós nos orgulhamos em participar desse projeto há tanto tempo.”
Repercussão – A professora Adriana Santos Nascimento Rocha, mãe de Esdras Rocha, que na final representou o Centro de Ensino Ana Viana, da cidade de Camacã, opinou que o projeto Lápis na Mão é de grande relevância para os nossos alunos e filhos, “porque estimula a leitura e a escrita, potencializa a busca do conhecimento, abre os horizontes, e as pessoas se tornam capazes de opinar, de defender até o seu ponto de vista, adquirem um senso crítico da sociedade. Eu acho de grande relevância pra busca do conhecimento”.

A estudante Natállia Maron, 14 anos, cursa o 8º ano do Fundamental no Colégio Galileu e achou o teste fácil. “Eu adorei o tema, foi fácil de fazer. Falei sobre a negligência do estado na hora de colocar espaços públicos para as pessoas terem acesso à leitura, além do incentivo das escolas”. E finalizou dizendo que a expectativa é boa e que gostou muito do espaço e da receptividade da Rota. “Muito legal os presentes que recebemos”, declarou com satisfação.

A cozinheira Aline Viana da Sé, residente em Ilhéus, é mãe de Hemilly Sophia Viana da Sé, cursa o 7º ano do Fundamental, no Colégio Municipal Paulo Américo, comentou que confia no potencial da filha. “Ela é muito inteligente, eu tenho muito orgulho dela, tira notas boas.”

Moradora de Mascote, Lauciene Geraldo Souza é mãe de Nicole Souza de Oliveira, 14 anos, que cursa o 9º ano do Fundamental no Centro Educacional de Mascote. Ela disse que “a escola ficou em êxtase, porque, pela primeira vez, colocou duas alunas na segunda etapa, uma do 6º ano e a minha do 9º ano. Foi uma euforia, uma vez que Mascote é um município muito grande, distribuído em distritos, e para a escola da sede, o CEM, foi maravilhoso”, acrescentou.

Jucilene Souza Silva Matos acompanhou o filho Wellington Matos, 17 anos, que cursa o primeiro ano da EJA (Educação de Jovens e Adultos) no Centro Integrado Oscar Marinho Falcão. Ela ficou bastante emocionada com a entrevista concedida pelo filho à TV Santa Cruz “Na semana do meu aniversário, é um presentão! Amo ler, amo escrever, gosto, gosto muito. Estou muito honrada. Recentemente, eu tive duas perdas. Perdi meu esposo há dois meses e quatro dias depois perdi minha mãezinha. E aí, em cima de tudo isso, vem uma bênção”.

Fonte: Ascom
















