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Especialistas alertam para os riscos de queimaduras no São João

Fogueiras e fogos são tradição no Nordeste, mas também é preciso ter cuidado; saiba como prevenir acidentes e o que fazer em caso de queimadura

Fogueiras e fogos de artifício fazem parte da cultura dos festejos juninos, mas também estão entre as principais causas de acidentes durante o período, especialmente com crianças, idosos, grupos mais vulneráveis a queimaduras. O balanço mais recente da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) mostra que, apesar de ter havido uma redução no número de atendimentos a queimados no estado em 2024, com 66 ocorrências, comparado a 71 em 2023, as queimaduras continuam sendo um risco recorrente nesta época do ano.

Para aproveitar a festa com saúde e segurança, o cuidado é fundamental. Segundo a médica especialista em dermatologia e professora da Afya Guanambi, Luane Costa, junho é o mês do ano com mais casos de queimaduras, justamente por conta das festas juninas. “O contato direto com fogueiras, fogos de artifício e até líquidos quentes pode causar acidentes graves, especialmente entre crianças e idosos. É fundamental redobrar a atenção e manter uma distância segura para aproveitar a festa com tranquilidade e segurança”, orienta a médica.

Já em caso de queimadura, a médica especialista em dermatologia clínica e professora da Medicina da FASA Vic | Afya, em Vitória da Conquista, Naiara Pinto, orienta jamais aplicar produtos caseiros como pasta de dente, óleo ou manteiga. “Os remédios caseiros não são recomendados e podem até prejudicar o tratamento da lesão. Em casos leves, a área afetada deve ser lavada apenas com água corrente em temperatura ambiente por cerca de 15 minutos e coberta com um pano limpo e úmido. Para queimaduras mais graves ou em locais sensíveis como rosto e mãos, o atendimento médico deve ser procurado imediatamente”, reforça o especialista.

Sobre a Afya

A Afya, maior hub de educação e tecnologia para a prática médica no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

Fonte: Bianca Menezes

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