
Na manhã desta quinta-feira (03), o Governo do Estado realizou uma visita técnica guiada com vistoria às obras e detalhamento dos investimentos em mobilidade urbana e construção de estradas na cidade de Vitória da Conquista e da via que liga o Distrito de Pradoso a Bate-Pé. Essas obras estruturantes de recuperação das vias, trarão benefícios para a zona urbana e rural não só de Vitória da Conquista, mas a todas as regiões circunvizinhas.

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), está executando 70 km de obras em Vitória da Conquista, o investimento de cerca de R$160 milhões. Desses, R$ 37,4 milhões estão sendo investidos na restauração e pavimentação no trecho da BR-415, que liga Barra do Choça a Vitória da Conquista, contemplando também os acessos a Cafezal e à própria BR-415. Ao todo, a obra tem uma extensão total de 30,25 km.

Já a duplicação da Avenida Presidente Vargas, que envolve pavimentação e restauração do trecho que abrange da Travessa Presidente Vargas até o contorno Rodoviário Leste da cidade, com cerca de 3 km, está com 64,54% concluída. O investimento foi de R$ 16,4 milhões, a previsão é que a obra seja concluída em dezembro de 2024. O intuito é de implementar iluminação, faixas de pedestres e ciclovias, essas estão em fase de licitação.

A visita técnica foi concluída nas obras de pavimentação do entroncamento da BR-262 ao Povoado de Pradoso e Distrito de Bate-Pé. Com cerca de 22 km, o investimento é de R$ 25,2 milhões, com previsão de entrega até junho de 2025.

De acordo com o superintendente de Infraestrutura e Transportes da Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia (Seinfra), Saulo Pontes, as obras do trecho Pradoso/Bate-Pé estão transformando uma estrada vicinal em uma rodovia estadual (BA). “Com a realização de um grande volume de terraplenagem e pavimentação como parte do programa do governador Jerônimo que visa conectar com pavimentação todos os distritos e povoados do estado”, afirmou o superintendente. Pontes acrescentou ainda que esse trabalho além de garantir o escoamento da produção local, também “contribui para fixar as famílias nos núcleos agrícolas, oferecendo e facilitando o acesso à educação, saúde e segurança”.
Fotos: Feijão Almeida/GOVBA e César Marques

















