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Metas fiscais do Governo apresentadas na ALBA mostram baixo endividamento e altos investimentos em melhorias para a população 

Mesmo em meio à ressaca do primeiro turno das eleições, o deputado estadual Zé Raimundo (PT), reeleito para a próxima legislatura, retomou os trabalhos na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e presidiu audiência pública, nesta quarta-feira (7), para apresentação das metas fiscais do Governo do Estado relativas ao segundo quadrimestre de 2026, feita pelo secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório.

Presidente da Comissão de Finanças, Fiscalização e Controle da Alba, Zé Raimundo conduziu a audiência que contou com a participação dos deputados Rosemberg Pinto (PT), líder do Governo e da Maioria, Robinson Almeida e Fátima Nunes, também do PT, e Bobô (PCdoB). A avaliação do cumprimento das metas fiscais do Governo à cada quadrimestre, pelo legislativo, é uma exigência legal e constitucional.

Na prestação de contas, Vitório informou que os investimentos realizados na gestão do governador Jerônimo Rodrigues já somam R$ 28,79 bilhões. Ao mesmo tempo, o endividamento segue em trajetória de queda: a relação entre a dívida consolidada líquida e a receita corrente líquida passou de 36%, no final de 2025, para 35% este ano.

Zé Raimundo destacou que os números mostram a capacidade do Estado de manter investimentos elevados sem comprometer o equilíbrio das contas públicas. “Estamos mantendo um ritmo importante de entregas e, ao mesmo tempo, preservando as finanças equilibradas, que é uma determinação do governador Jerônimo. A nossa expectativa é continuar esse trabalho, com novas obras e investimentos nas áreas estratégicas para a Bahia”, afirmou.

Outro dado apresentado na audiência mostra que 75% dos investimentos realizados desde 2023 foram financiados com recursos do próprio Tesouro Estadual. Nos anos de 2023, 2024 e 2025, a Bahia investiu cerca de R$ 8 bilhões por ano.

Na saúde e na educação, os gastos também superaram os mínimos constitucionais. Até agosto, foram liquidados R$ 6,2 bilhões em saúde e R$ 10,09 bilhões em educação. Somados, os recursos aplicados acima dos respectivos pisos constitucionais chegaram a R$ 1,7 bilhão.

O equilíbrio fiscal e o volume de investimentos foram elogiados pelos deputados presentes. Zé Raimundo ressaltou que os recursos se traduzem em novos hospitais, maternidades, policlínicas, escolas de tempo integral, estradas e investimentos em segurança pública e infraestrutura.

“É esse equilíbrio que permite ao Estado continuar realizando obras e levando políticas públicas para a capital e, principalmente, para o interior, atendendo às demandas da população e garantindo os investimentos estratégicos de que a Bahia precisa”, concluiu.

 

Fonte: ASCOM

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