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Interesse Público

Piripá: Suplementação orçamentária para reforma do Colégio Luís Eduardo Magalhães deverá ser votada no próximo dia 26

A reforma do Colégio Municipal Deputado Luis Eduardo Magalhães em Piripá poderá, finalmente, sair do papel, a partir do próximo dia 26 de maio. É que a tão sonhada obra pela população local já viveu vários capítulos até agora quando aguarda votação de suplementação orçamentária, pela Câmara de Vereadores, para ser iniciada. Segundo a Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal, o Prefeito Flávio Oliveira Rocha encaminhou projeto de lei para autorização de abertura de Crédito Adicional no Orçamento Municipal, no último dia 19 de março, para que sejam utilizados recursos federais no município, visto que o Gestor decidiu destinar recursos do Pré-Sal na obra do Colégio Municipal, cujo investimento ficará em torno de R$ 600 mil. Segundo a Assessoria, a partir de então a Câmara Municipal vem solicitando vários documentos o que tem causado demora na autorização solicitada. Desde então, o Gestor Municipal e a população cobram do Presidente que a solicitação seja votada a fim de agilizar a obra.

A Ascom lembrou que a obra está paralisada desde 2018 quando a empresa responsável, que estava envolvida na Operação Lava-Jato, não cumpriu um termo de ajustamento feito com o Ministério do Trabalho, que era executar a obra em forma de pagamento de multa. A Prefeitura chegou a divulgar recentemente uma nota desmentindo rumores de que o município havia recebido R$ 800 mil para tal obra, em 2018. “A Prefeitura de Piripá declara que nunca teve esse dinheiro em caixa e, como prova disso, tem cópia do ofício enviado ao prefeito Flávio Oliveira Rocha, no dia 27 de janeiro de 2020, pela Superintendente Regional do Trabalho na Bahia, Gerta Schultz, a qual confirma que o valor citado acima nunca foi repassado ao município. Este valor estimado para a reforma da obra seria repassado diretamente da Superintendência Regional do Trabalho na Bahia para a Construtora CM, empresa responsável pela obra em 2018. No entanto, após denúncia de que esta obra teria fins eleitoreiros, a reforma foi embargada e a empresa não pode concluí-la até a data estipulada”.

O site Expressão Bahia entrou em contato com o Presidente da Câmara de Vereadores, Eurico João Francisco Silva Almeida. O vereador disse que a demora da votação do projeto se deu em virtude de o prefeito não ter pedido urgência e ter mandado documentação solicitada pela Casa em partes. “O Prefeito não mandou o projeto completo e isso dificultou que o Legislativo analisasse. Sem contar que não foi encaminhado para esta Casa em caráter de urgência, impossibilitando de haver votação em sessão extraordinária”, disse Eurico João. Em nota, o Presidente informou ainda que os documentos que ainda faltavam para análise do Legislativo foram entregues nesta terça-feira, 19.

A população agora aguarda a próxima sessão, que acontecerá no próximo dia 26, para que finalmente a obra possa ser iniciada.

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